Conheça a história da TAI Paddles e compare os modelos de remos

remos TAI Paddles

O remo é o ponto de conexão entre o remador, a água e a canoa. Por meio dele, a força produzida pelas pernas, pelo quadril, pelo core e pelas costas é transformada em propulsão. Portanto, escolher um equipamento adequado envolve muito mais do que comparar peso, preço ou aparência.

O formato da pá, sua área, o diedro, o deslocamento da lâmina em relação ao cabo, a rigidez do conjunto e o comprimento total influenciam diretamente a entrada, a fixação, a fase de potência, a saída e a recuperação.

Nesse cenário, os remos TAI Paddles conquistaram espaço entre remadores de waka ama, canoa havaiana, va’a, OC1, V1 e OC6 em diferentes países. Criada em Raglan, na Nova Zelândia, a marca combina a experiência prática de atletas com engenharia de produto, materiais compostos, madeira certificada e referências visuais da cultura Māori.

O catálogo atual possui propostas bastante diferentes:

  • Broadbill: modelo versátil para clubes, iniciantes e competidores;
  • Hiku: remo leve, com grande estabilidade durante a tração;
  • Kingfish: linha de maior área e carga para remadores fortes;
  • Niwha: nova proposta versátil que combina características do Broadbill e do Kingfish;
  • Taitamariki: remos ajustáveis destinados a crianças e jovens;
  • Uru: remo desenvolvido especificamente para direção e para o trabalho do Peperu.

Além disso, dependendo do modelo, o comprador pode escolher entre construções Full Carbon, TimberTech e Hybrid, assim como cabos de madeira, carbono ou Carbon Elite.

Neste artigo, você conhecerá a história da TAI Paddles, entenderá as diferenças entre seus principais modelos e descobrirá qual configuração pode fazer mais sentido para OC6, OC1, V1, treinos, competições e travessias.

A história da TAI Paddles

A história da TAI Paddles começa muito antes da criação formal da empresa. Seu fundador, Conan Herbert, cresceu em uma família diretamente ligada ao desenvolvimento moderno do waka ama na Nova Zelândia.

Originalmente de Pawarenga, na região de Hokianga, Conan acompanhou desde criança o movimento de retomada da canoagem polinésia em Aotearoa durante o fim da década de 1980.

Seus pais estavam entre os primeiros remadores desse período e tiveram participação na formação da comunidade da modalidade. O clube Nga Hoe Horo, localizado no extremo norte da Nova Zelândia, aparece na história da marca como uma das organizações pioneiras do waka ama no país.

Conan começou a competir ainda jovem. Aos 15 anos, participou de seu primeiro campeonato mundial, realizado em Fiji. Posteriormente, conquistou títulos nacionais de velocidade e distância e representou a Nova Zelândia internacionalmente.

Sua experiência não ficou restrita aos bancos de propulsão. Conan também atuou como Peperu de equipes importantes em provas oceânicas tradicionais, incluindo:

  • Hawaiki Nui Va’a, no Taiti;
  • Molokai Hoe, no Havaí.

Essa combinação entre remador, competidor e responsável pela direção influenciaria posteriormente o desenvolvimento dos remos de linha e do modelo Uru.

A experiência na oficina Moananui

Durante as férias escolares, Conan trabalhava na oficina Moananui, em Tutukaka, com a família Kjeldsen. Ali, teve contato direto com a construção de remos e aprendeu etapas fundamentais do processo artesanal.

Depois de concluir a escola, continuou fabricando equipamentos na Moananui. Em seguida, entre 2003 e 2005, estudou engenharia de sistemas na Massey University.

O curso ampliou seu interesse por design de produto, desenvolvimento, análise de materiais e melhoria de processos.

Enquanto isso, Lana, natural de Raglan, já praticava waka ama desde meados da década de 1990. Sua formação na modalidade aconteceu sob a orientação de Hoturoa e Kim Barclay Kerr, nomes importantes da cultura de navegação e canoagem Māori.

A criação da TAI em Raglan

No fim de 2006, Conan e Lana criaram a TAI Paddles em Raglan, cidade costeira da região de Waikato, na Ilha Norte da Nova Zelândia.

O projeto começou como uma pequena operação ligada à experiência prática dos dois fundadores. Ao longo dos anos, contudo, a empresa cresceu e tornou-se uma das marcas reconhecidas na fabricação de remos para waka ama e canoa outrigger.

Atualmente, o desenvolvimento, a pesquisa e a identidade da marca permanecem ligados a Raglan e a Aotearoa. A TAI possui instalações próprias de fabricação no Sudeste Asiático, região escolhida pela disponibilidade de mão de obra especializada, matérias-primas e estrutura logística para a indústria de esportes aquáticos.

A distribuição internacional é organizada por empresas do grupo, com escritórios e centros de apoio na Nova Zelândia, nos Estados Unidos, em Singapura e na Tailândia.

A história oficial pode ser consultada na página The Making of TAI.

A ligação da TAI com o waka ama da Nova Zelândia

Waka ama é uma expressão amplamente utilizada na Nova Zelândia para identificar as canoas polinésias com flutuador lateral. “Waka” está relacionado à canoa ou embarcação, enquanto “ama” é o flutuador conectado ao casco pelos iakos.

A TAI não se posiciona apenas como uma empresa que vende equipamentos para esse mercado. A marca participa da comunidade esportiva e patrocina a Waka Ama New Zealand e a seleção de elite da Nova Zelândia.

Além disso, apoia jovens remadores e projetos destinados à formação de atletas. Essa relação aparece claramente na linha Taitamariki, criada para crianças, escolas e clubes.

O envolvimento dos fundadores com competições, formação esportiva e desenvolvimento de equipamentos fortalece a autoridade técnica da marca. Afinal, seus produtos não foram concebidos exclusivamente em uma prancheta: nasceram da experiência de quem treinou, competiu e conduziu canoas em diferentes condições.

Onde os remos TAI são fabricados?

Os equipamentos são apresentados como designed in Aotearoa, isto é, projetados na Nova Zelândia.

Entretanto, a produção atual acontece em instalações próprias da empresa no Sudeste Asiático. Portanto, não seria correto afirmar que todos os remos são integralmente fabricados em Raglan.

Essa divisão pode ser resumida da seguinte forma:

  • Raglan, Nova Zelândia: identidade da marca, pesquisa, desenvolvimento e ligação com o waka ama;
  • Sudeste Asiático: fabricação e parte da operação logística;
  • estrutura internacional: vendas, distribuição e atendimento global.

Para o consumidor, essa informação é relevante porque diferencia o local de desenvolvimento do local de fabricação.

Quais são os principais remos TAI Paddles?

Modelo Tamanhos disponíveis Área divulgada Offset da pá Principal proposta
Broadbill 9”, 9,25” e 9,5” 120, 123 e 127 pol² 12° na pá Uso versátil, clubes, escolas e competição
Hiku 9”, 9,25” e 9,5” 120, 122,5 e 125 pol² 15° na pá Baixo peso, estabilidade e alta performance
Kingfish 9”, 9,25”, 9,5” e 10” 117, 122, 126 e 136 pol² 9,5° na pá Maior carga, aceleração e remadores fortes
Niwha Confirmar no catálogo atual Ficha completa ainda não publicada Confirmar Modelo versátil para OC1, OC6 e V1
Uru Pá de 9,5” × 20,25” Não divulgada na página técnica Não divulgado Direção e trabalho do Peperu
Taitamariki Kanae Comprimento ajustável de 40” a 50” 95 pol² 10° Crianças menores e iniciação
Taitamariki Kahawai Comprimento ajustável de 42” a 52” 104 pol² 10° Jovens, iniciantes e escolas

É importante observar que a área não deve ser comparada isoladamente. Dois modelos com 120 pol² podem produzir sensações bastante diferentes por causa do formato, do diedro, do offset e da distribuição da área ao longo da lâmina.

Broadbill: o modelo clássico e versátil

O Broadbill foi lançado em 2018 e tornou-se uma das opções mais conhecidas da TAI.

A marca o apresenta como seu modelo clássico para uso geral. Sua pá possui formato de gota, área intermediária e uma face de potência relativamente simples e plana.

Essa geometria procura oferecer:

  • entrada tolerante;
  • boa estabilidade;
  • fase de potência previsível;
  • saída suave;
  • durabilidade para uso frequente.

A borda afina progressivamente e recebe reforço de carbono, aumentando a resistência nas regiões mais expostas a impactos.

Tamanhos do Broadbill

Largura Comprimento da pá Área Offset
9” / 230 mm 18,5” / 470 mm 120 pol² / 775 cm² 12°
9,25” / 235 mm 18,5” / 470 mm 123 pol² / 794 cm² 12°
9,5” / 240 mm 18,5” / 470 mm 127 pol² / 820 cm² 12°

Para quem o Broadbill pode ser indicado?

  • remadores iniciantes;
  • alunos de clubes e escolas;
  • praticantes de OC6;
  • remadores de OC1;
  • atletas recreativos;
  • competidores que procuram previsibilidade;
  • pessoas que desejam um único remo para diferentes condições.

Por apresentar uma entrada relativamente tolerante, o Broadbill pode ser uma escolha interessante para quem ainda está consolidando a técnica.

Isso não significa que seja um remo exclusivamente para iniciantes. A mesma estabilidade pode ser valorizada por competidores e atletas de longa distância.

Hiku: controle leve com grande estabilidade

O Hiku foi desenvolvido para remadores que procuram baixo peso, estabilidade e uma fixação firme durante toda a fase de potência.

Sua lâmina possui formato mais curto e relativamente paralelo. Além disso, utiliza um diedro em V mais definido do que os outros modelos tradicionais da marca.

O diedro organiza o fluxo de água pelos dois lados da pá e ajuda a reduzir oscilações laterais durante a tração.

Tamanhos do Hiku

Largura Comprimento da pá Área Offset
9” / 230 mm 18,5” / 470 mm 120 pol² / 775 cm² 15°
9,25” / 235 mm 18,5” / 470 mm 122,5 pol² / 790 cm² 15°
9,5” / 240 mm 18,5” / 470 mm 125 pol² / 805 cm² 15°

O que muda com o offset de 15 graus?

O offset posiciona a lâmina à frente do alinhamento do cabo. No Hiku, esse deslocamento mais acentuado procura manter a face da pá em uma posição eficiente durante uma parte maior da fase de potência.

Na prática, isso pode produzir:

  • catch firme;
  • boa fixação;
  • menor oscilação lateral;
  • pressão constante;
  • sensação de pá “presa” na água.

Entretanto, esse desenho exige adaptação. Remadores acostumados a offsets menores podem sentir inicialmente uma diferença na entrada e no momento ideal da saída.

Para quem o Hiku pode funcionar?

  • atletas intermediários e avançados;
  • remadores de OC1;
  • equipes competitivas de OC6 ou W6;
  • praticantes que valorizam baixo peso;
  • remadores que preferem grande estabilidade na tração;
  • atletas que utilizam cadência moderada ou alta.

Kingfish: maior área e potência

O Kingfish é o modelo de maior área máxima da linha TAI. Sua maior versão possui 10 polegadas de largura e 136 pol² de área.

O modelo foi desenvolvido para remadores que procuram maior carga, aceleração e deslocamento por braçada.

A face de potência possui um desenho dividido:

  • o terço inferior é mais plano, facilitando entrada e saída;
  • os dois terços superiores recebem curvatura e um diedro em V mais marcado;
  • a combinação busca aumentar a fixação sem tornar a saída excessivamente pesada.

Tamanhos do Kingfish

Largura Comprimento da pá Área Offset
9” / 230 mm 18,42” / 468 mm 117 pol² / 757 cm² 9,5°
9,25” / 235 mm 18,6” / 472 mm 122 pol² / 786 cm² 9,5°
9,5” / 240 mm 18,8” / 478 mm 126 pol² / 815 cm² 9,5°
10” / 254 mm 19,2” / 488 mm 136 pol² / 877 cm² 9,5°

Uma curiosidade sobre a área

Embora o Kingfish seja apresentado como a linha de maior potência, sua menor versão, de 9 polegadas, possui 117 pol². Portanto, ela é menor do que o Broadbill de 9 polegadas, que possui 120 pol².

O caráter de “maior pá da linha” está principalmente na variedade oferecida e na versão de 10 polegadas com 136 pol².

Para quem o Kingfish pode ser indicado?

  • remadores fortes;
  • atletas de maior massa corporal;
  • provas de sprint;
  • bancos de potência em OC6;
  • competidores de OC1 e V1;
  • remadores que conseguem sustentar uma carga elevada.

A versão de 10 polegadas não deve ser escolhida apenas por parecer mais potente. Uma pá grande pode reduzir a cadência, atrasar a saída e aumentar a sobrecarga nos ombros quando o remador não está preparado.

Niwha: a nova proposta versátil da TAI

O Niwha é uma das novidades mais recentes da fabricante, apresentada publicamente em 2026.

Seu projeto combina duas referências já consolidadas:

  • o contorno versátil do Broadbill;
  • a face de potência desenvolvida para o Kingfish.

A intenção é criar um remo capaz de funcionar bem em:

  • água lisa;
  • mar aberto;
  • OC1;
  • OC6;
  • V1;
  • treinos e competições.

A marca associa o Niwha a entrada limpa, estabilidade e saída fácil.

Entretanto, até a data desta pesquisa, a página geral do catálogo não apresentava uma ficha técnica completa com todos os tamanhos, áreas e offsets.

Por isso, o comprador deve confirmar diretamente com a fabricante:

  • largura da pá;
  • comprimento;
  • área;
  • offset;
  • construções disponíveis;
  • peso aproximado.

Broadbill, Hiku ou Kingfish: qual escolher?

Característica Broadbill Hiku Kingfish
Proposta Versatilidade Controle e estabilidade Potência e aceleração
Formato Gota clássica Mais curto e paralelo Contornado e disponível em grandes áreas
Face de potência Mais plana e tolerante Diedro em V longo e definido Base plana e região superior curva com diedro
Offset da pá 12° 15° 9,5°
Maior área 127 pol² 125 pol² 136 pol²
Perfil predominante Todos os níveis Intermediário e avançado Remadores fortes

Para a maioria dos remadores que procura um primeiro equipamento próprio, o Broadbill tende a ser a opção mais versátil.

O Hiku pode fazer sentido para quem já possui técnica consistente e valoriza estabilidade e baixo peso. Já o Kingfish deve ser considerado principalmente por atletas que conseguem sustentar maior carga sem perder a qualidade do movimento.

Como a TAI mede o offset da pá?

A comparação dos números exige cuidado, pois a TAI distingue o offset do componente da lâmina do offset efetivo do remo montado.

A marca mede inicialmente o ângulo a partir de uma linha de referência na união entre cabo e pá.

Nesse método, os valores publicados nas fichas são:

  • Hiku: 15°;
  • Broadbill: 12°;
  • Kingfish: aproximadamente 9,5°.

Entretanto, depois que a pá é montada ao cabo, o ângulo efetivo do conjunto muda.

Em um remo de 50 polegadas, a própria TAI informa aproximadamente:

  • Hiku montado: 12°;
  • Broadbill montado: 10°;
  • Kingfish montado: 11°.

Portanto, comparar apenas os números de marcas diferentes pode gerar conclusões erradas, pois cada fabricante pode utilizar uma metodologia própria de medição.

O tema é explicado no artigo oficial Blade Offset Explained.

Full Carbon, TimberTech ou Hybrid?

A TAI oferece diferentes construções de lâmina. A disponibilidade exata varia conforme o modelo e a coleção.

Full Carbon

Na construção Full Carbon do Uru, por exemplo, a fabricante utiliza carbono Toray 3K com trama twill e núcleo leve de espuma de PVC.

As principais características esperadas são:

  • baixo peso;
  • elevada rigidez;
  • resposta direta;
  • boa transferência de força;
  • acabamento moderno;
  • maior sensibilidade a impactos pontuais.

Um remo rígido pode ser eficiente para atletas tecnicamente preparados. Entretanto, também transmite mais carga para mãos, cotovelos e ombros.

TimberTech

TimberTech combina lâminas de carbono com uma lâmina decorativa de carvalho-branco certificado pelo FSC.

Portanto, não se trata de uma pá maciça de madeira. A madeira funciona como acabamento e elemento visual sobre uma construção moderna.

Entre seus diferenciais estão:

  • aparência natural;
  • madeira de origem certificada;
  • estrutura de carbono;
  • combinação entre visual tradicional e desempenho moderno.

Hybrid

A construção Hybrid combina carbono e fibra de vidro. Em algumas coleções, recebe estampas Mangōpare em diferentes cores.

A fibra de vidro pode oferecer:

  • menor custo em relação ao carbono integral;
  • boa resistência;
  • alguma flexibilidade adicional;
  • maior tolerância para uso em clubes e escolas.

A construção híbrida pode ser interessante para praticantes que desejam um equipamento de materiais compostos sem priorizar o menor peso possível.

Cabo de madeira, carbono ou Carbon Elite?

A disponibilidade de cabos varia conforme o modelo.

Cabo de madeira

Os cabos de madeira laminada oferecem uma resposta mais progressiva e uma sensação tradicional.

Podem beneficiar:

  • remadas longas;
  • pessoas que preferem alguma flexibilidade;
  • remadores sensíveis à rigidez do carbono;
  • praticantes que valorizam estética e toque natural.

Cabo de carbono

O cabo de carbono tende a oferecer menor flexão e transferência mais direta da força.

Pode ser interessante para:

  • competição;
  • acelerações;
  • cadência elevada;
  • remadores acostumados a equipamentos rígidos;
  • atletas que desejam reduzir peso.

Carbon Elite

O Carbon Elite é apresentado pela TAI como uma laminação mais leve, desenvolvida para atletas de alta performance.

A fabricante não publica, nas páginas gerais consultadas, uma comparação completa do peso e da rigidez de cada cabo.

Portanto, antes da compra, é recomendável confirmar:

  • peso aproximado do remo montado;
  • flexibilidade do cabo;
  • diferença entre Carbon e Carbon Elite;
  • perfil de uso recomendado.

Cabo reto ou double bend?

A maior parte dos remos de linha modernos da TAI utiliza cabos curvos ou double bend. O Uru, por outro lado, pode ser comprado com cabo reto ou double bend.

Double bend

O cabo double bend utiliza duas mudanças de alinhamento para modificar a posição das mãos e da lâmina.

Entre os benefícios potenciais estão:

  • melhor alinhamento dos punhos;
  • entrada confortável;
  • face da pá bem posicionada;
  • boa transferência de potência;
  • redução de compensações articulares.

Cabo reto

O cabo reto oferece uma referência simples e tradicional. No leme, pode facilitar movimentos laterais, mudanças de profundidade e correções realizadas em diferentes ângulos.

A escolha depende da técnica e da preferência do remador. Um Peperu acostumado ao cabo reto pode não se adaptar imediatamente a um leme double bend, e o contrário também é verdadeiro.

O que é o Peperu?

No va’a taitiano, Peperu é o remador responsável pela direção da canoa. Regulamentos da Federação Taitiana de Va’a apresentam o termo acompanhado da palavra francesa barreur, que significa timoneiro ou condutor.

Em uma OC6 ou V6, o Peperu normalmente ocupa o banco 6.

No Brasil, a palavra também é utilizada informalmente para identificar o próprio remo de leme.

Entre as responsabilidades do Peperu estão:

  • manter a trajetória;
  • interpretar vento, corrente e ondas;
  • antecipar mudanças de direção;
  • executar curvas;
  • controlar a canoa no surfe;
  • evitar correções que freiem excessivamente;
  • comandar e orientar a tripulação;
  • remar junto com a equipe sempre que possível;
  • contribuir para a segurança.

Uru: o remo de leme da TAI

O Uru é o remo desenvolvido especificamente para direção.

Projetado por Conan Herbert, ele representa uma evolução do modelo anterior denominado Toroa.

A pá possui aproximadamente:

  • 9,5 polegadas de largura;
  • 20,25 polegadas de comprimento;
  • cerca de 24,1 × 51,4 centímetros.

A maior área e o comprimento adicional permitem ao Peperu controlar quanto da pá será mergulhado.

Em uma pequena correção, somente parte da lâmina precisa entrar na água. Em uma curva forte, frenagem ou correção em ondas, uma área maior pode ser utilizada.

Construções do Uru

O Uru é oferecido em três construções principais:

  • Full Carbon: carbono Toray 3K e núcleo de espuma de PVC;
  • TimberTech: carbono com acabamento em carvalho-branco certificado;
  • Hybrid: combinação de carbono e fibra de vidro.

Também existem diferentes opções de cabo:

  • madeira;
  • carbono;
  • Carbon Elite;
  • reto;
  • double bend.

Para quem o Uru pode ser indicado?

  • Peperus de OC6;
  • remadores de leme em treinamento;
  • competições de velocidade;
  • travessias oceânicas;
  • direção em água lisa;
  • controle em condições de mar aberto.

A própria marca posiciona o modelo para distâncias curtas ou longas, desde ambientes protegidos até condições de oceano.

Uru Full Carbon, TimberTech ou Hybrid?

Construção Característica principal Perfil de uso
Full Carbon Rigidez e resposta direta Competição e Peperus experientes
TimberTech Visual de madeira com estrutura moderna Quem valoriza estética natural sem abandonar o carbono
Hybrid Carbono e fibra de vidro Treinos, clubes e melhor equilíbrio de custo

Independentemente da construção, um remo de leme precisa suportar cargas diferentes das encontradas nos remos de linha.

Durante um draw, pry, poke ou frenagem, o equipamento recebe pressão lateral, torção e alavanca contra o casco. Portanto, não deve ser escolhido somente pelo menor peso.

Remo de linha e remo de leme: quais são as diferenças?

Característica Remo de linha Uru de leme
Função principal Propulsão Direção e propulsão auxiliar
Comprimento da pá Aproximadamente 47 a 49 cm Aproximadamente 51,4 cm
Carga predominante Tração frontal Tração, pressão lateral e alavanca
Cabo Predominantemente double bend Reto ou double bend
Uso Bancos de propulsão Banco 6 e direção

Posso usar um Broadbill ou Kingfish como leme?

Em uma emergência, um remo de linha pode ajudar em pequenas correções. Entretanto, seu uso contínuo como leme não é recomendado.

Os principais riscos são:

  • área insuficiente para controlar a canoa;
  • carga lateral excessiva no cabo;
  • danos na união entre pá e cabo;
  • desgaste da borda;
  • delaminação;
  • quebra durante uma manobra;
  • perda de controle em condições difíceis.

Para travessias, a equipe deve utilizar um leme adequado e levar pelo menos um remo reserva capaz de assumir a direção em caso de emergência.

Taitamariki: remos para crianças e jovens

A linha Taitamariki foi desenvolvida para crianças, jovens, escolas e remadores iniciantes.

Os modelos utilizam materiais leves, construção resistente a riscos, empunhadura adaptada para mãos menores e ajuste de comprimento.

Além disso, recebem artes inspiradas nos padrões Māori de kowhaiwhai.

Taitamariki Kanae

  • pá de 9 × 17 polegadas;
  • aproximadamente 23 × 43 centímetros;
  • área de 95 pol²;
  • offset de 10°;
  • comprimento ajustável de 40 a 50 polegadas;
  • aproximadamente 102 a 127 centímetros.

Taitamariki Kahawai

  • pá de 9,25 × 18 polegadas;
  • aproximadamente 23,5 × 46 centímetros;
  • área de 104 pol²;
  • offset de 10°;
  • comprimento ajustável de 42 a 52 polegadas;
  • aproximadamente 107 a 132 centímetros.

Por que uma criança precisa de remo próprio?

Um remo infantil não deve ser apenas um equipamento adulto cortado.

É necessário adaptar:

  • área da pá;
  • comprimento;
  • diâmetro do cabo;
  • tamanho da empunhadura;
  • peso;
  • rigidez.

Uma pá grande demais aumenta a carga nos ombros e dificulta o aprendizado. Já um cabo grosso impede que a criança mantenha uma pegada relaxada.

Cultura Māori e as artes dos remos TAI

A identidade visual da TAI utiliza padrões e referências ligados à cultura Māori.

Um dos exemplos mais conhecidos é o desenho Mangōpare, associado ao tubarão-martelo.

A arte utilizada pela marca foi criada por Alex McLeod, artista e kaiwhakairo, ou entalhador, da Ariki INC.

Na apresentação da TAI, o Mangōpare representa:

  • força;
  • coragem;
  • determinação;
  • liderança;
  • capacidade de adaptação;
  • proteção da comunidade.

O padrão aparece historicamente em entalhes, pinturas, elementos arquitetônicos e outras formas de arte Māori.

Essa contextualização é importante porque desenhos polinésios não devem ser tratados apenas como estampas decorativas genéricas. Eles carregam histórias, genealogia, identidade e significado.

A origem do desenho utilizado pela marca pode ser conhecida no artigo The Mangōpare: A Design That Speaks Heritage.

Qual TAI escolher para OC6?

Na OC6, a sincronia coletiva é mais importante do que a força isolada.

Como orientação geral:

  • Broadbill 9”: iniciantes, clubes e equipes com cadência elevada;
  • Broadbill 9,25”: equilíbrio entre potência e resistência;
  • Broadbill 9,5”: remadores fortes que ainda desejam versatilidade;
  • Hiku: atletas que valorizam estabilidade e resposta de alto desempenho;
  • Kingfish: remadores fortes, sprint e bancos de potência;
  • Niwha: proposta versátil para atletas competitivos;
  • Uru: banco 6 e direção.

Uma equipe competitiva pode se beneficiar da padronização dos remos.

Quando todos utilizam equipamentos com áreas, comprimentos e respostas semelhantes, fica mais fácil alinhar:

  • entrada;
  • profundidade;
  • momento da força;
  • saída;
  • recuperação;
  • cadência.

Entretanto, não é obrigatório que todos usem exatamente a mesma área. Remadores de diferentes pesos e funções podem precisar de pequenas adaptações.

Qual TAI escolher para OC1?

Na OC1, o remador precisa modificar constantemente a cadência conforme vento, ondas e velocidade da canoa.

O Broadbill oferece uma resposta previsível e pode funcionar bem para treinos diversos.

O Hiku pode beneficiar quem procura estabilidade durante a tração e menor peso. Já o Kingfish pode ser utilizado por atletas fortes que desejam acelerar rapidamente ou aproveitar grandes apoios nas ondas.

O Niwha foi apresentado como uma opção capaz de transitar entre água lisa e oceano, mas suas medidas devem ser confirmadas antes da compra.

Qual TAI escolher para V1?

Na V1, a direção é realizada com o próprio remo. Por isso, controle e sensibilidade podem ser mais importantes do que a menor massa possível.

O remador precisa executar:

  • correções na entrada;
  • mudanças na trajetória da tração;
  • pequenos prys;
  • draws;
  • ajustes de profundidade.

Broadbill e Niwha podem oferecer versatilidade para esse tipo de uso.

O Kingfish pode gerar apoio significativo, mas versões grandes podem dificultar correções rápidas. Já o Hiku exige adaptação ao offset e ao diedro mais pronunciado.

Qual TAI escolher para travessias?

Em travessias, potência sustentável é mais importante do que força máxima.

O equipamento precisa permitir que o remador preserve:

  • amplitude;
  • rotação do tronco;
  • relaxamento dos braços;
  • sincronia;
  • saída limpa;
  • conforto articular.

Para muitos remadores amadores, Broadbill de 9 ou 9,25 polegadas pode oferecer melhor equilíbrio entre carga e economia.

Atletas mais experientes podem preferir o Hiku ou o novo Niwha. Já as versões maiores do Kingfish devem ser testadas em distâncias reais.

Um remo que parece excelente durante 20 minutos pode provocar perda de técnica depois de quatro ou cinco horas.

Nas travessias da Bravus Va’a, o remador precisa evoluir gradualmente, desenvolver resistência e utilizar equipamentos adequados à duração e às condições da rota.

Como escolher a área da pá?

Pá menor

Uma pá menor pode favorecer:

  • cadência elevada;
  • longas distâncias;
  • remadores leves;
  • menor sobrecarga articular;
  • mudanças rápidas de ritmo;
  • saída mais fácil.

Pá maior

Uma pá maior pode favorecer:

  • remadores fortes;
  • aceleração;
  • sprints;
  • cadência moderada;
  • maior apoio por ciclo;
  • treinos específicos de potência.

Entretanto, uma área maior só será vantajosa se o usuário conseguir manter a técnica.

Quando a carga é excessiva, surgem compensações como:

  • flexão precoce dos braços;
  • redução da rotação;
  • entrada incompleta;
  • saída atrasada;
  • queda de cadência;
  • sobrecarga nos ombros.

Como escolher o comprimento?

A TAI oferece comprimentos entre aproximadamente 46 e 54 polegadas na maior parte dos modelos adultos.

Entretanto, a altura do remador é apenas uma referência inicial.

Também devem ser considerados:

  • comprimento do tronco;
  • envergadura;
  • largura dos ombros;
  • altura do banco;
  • largura da canoa;
  • tipo de cabo;
  • offset da pá;
  • modalidade praticada;
  • estilo de remada.

Sinais de remo muito comprido

  • elevação excessiva do ombro inferior;
  • entrada distante do casco;
  • dificuldade para mergulhar toda a pá;
  • saída atrasada;
  • queda de cadência;
  • tensão no pescoço.

Sinais de remo curto demais

  • entrada superficial;
  • perda de alcance frontal;
  • inclinação exagerada do tronco;
  • fase de potência curta;
  • mão inferior muito próxima da pá.

O ideal é testar diferentes comprimentos na canoa antes da compra.

A técnica deve vir antes do equipamento

Um remo caro, leve ou desenvolvido para competição não corrige uma técnica inadequada.

Antes de investir, o praticante precisa desenvolver:

  • postura equilibrada;
  • alcance frontal controlado;
  • entrada completa;
  • fixação antes da aplicação de força;
  • rotação de tronco;
  • participação das pernas e do core;
  • saída limpa;
  • recuperação relaxada;
  • sincronização com a equipe.

Na Bravus Va’a, o iniciante pode utilizar os remos disponibilizados pelo clube enquanto aprende os fundamentos e desenvolve percepção sobre comprimento, área e rigidez.

As aulas acontecem na Barra da Tijuca e no Pontal do Recreio.

Na Lagoa de Marapendi, o ambiente protegido favorece o aprendizado técnico e a evolução progressiva. Já no Pontal, remadores preparados desenvolvem habilidades relacionadas a ondas, vento, corrente e mar aberto.

Importação dos remos TAI para o Brasil

A TAI vende internacionalmente por meio de sua loja global. Entretanto, o comprador brasileiro precisa considerar despesas que vão além do preço do produto.

Antes da compra, verifique:

  • frete internacional;
  • tributos de importação;
  • taxas da transportadora;
  • prazo de produção;
  • prazo de transporte;
  • risco de dano durante o envio;
  • procedimento de garantia;
  • custo de uma eventual devolução.

Envio montado ou desmontado

Devido às limitações de tamanho das transportadoras internacionais, alguns remos são enviados desmontados por padrão.

Nesse caso, o cabo é cortado profissionalmente pela fábrica no comprimento escolhido. A cola e os materiais necessários à montagem são enviados com o produto.

A loja também oferece, em determinadas configurações, uma opção de entrega completamente montada.

Antes de escolher um remo desmontado, o comprador precisa ter segurança para realizar a colagem corretamente. Um erro de alinhamento entre pá e cabo pode comprometer todo o equipamento.

Personalização para equipes e clubes

A linha xEdition permite criar remos personalizados para clubes, equipes e projetos.

As condições divulgadas incluem:

  • pedido mínimo de seis remos;
  • possibilidade de combinar modelos e construções;
  • arte personalizada na face frontal;
  • opção de personalização na face de potência;
  • produção estimada entre duas e três semanas depois da aprovação;
  • capas protetoras com o logotipo do clube.

Essa solução pode ser interessante para equipes que desejam padronizar equipamentos e identidade visual.

Entretanto, antes de encomendar seis ou mais unidades, o clube deve testar a geometria escolhida. Uma equipe não deve definir o modelo apenas pela aparência.

Garantia dos remos TAI

A TAI oferece garantia limitada de um ano contra defeitos de fabricação.

A cobertura pode incluir reparo ou substituição, conforme a avaliação da empresa.

A garantia não cobre:

  • desgaste normal;
  • uso inadequado;
  • acidentes;
  • alterações no produto;
  • lixamento;
  • pintura;
  • modificações não autorizadas.

Para abrir uma solicitação, é necessário apresentar comprovante de compra e permitir que o equipamento seja inspecionado.

A política pode ser consultada em TAI Paddles Warranty Policy.

Como cuidar de um remo TAI?

Lave com água doce

Depois do uso no mar, retire sal e areia da pá, do cabo e da empunhadura.

Não apoie a pá no concreto

Mesmo com bordas reforçadas, pedras e pisos ásperos podem danificar o laminado.

Utilize uma capa

Uma capa acolchoada reduz o risco de impactos durante transporte e armazenamento.

Evite calor excessivo

Não deixe o remo permanentemente dentro de carros quentes ou exposto ao sol.

Inspecione regularmente

Observe:

  • trincas;
  • riscos profundos;
  • bolhas;
  • delaminação;
  • mudança de som na pá;
  • folga na empunhadura;
  • danos na união entre cabo e lâmina.

Cuide dos cabos de madeira

Se o acabamento for danificado, a madeira poderá ficar exposta à umidade. Pequenas fissuras devem ser reparadas rapidamente.

Vale a pena comprar um remo TAI Paddles?

A TAI oferece uma linha ampla, tecnicamente diversificada e profundamente ligada ao waka ama da Nova Zelândia.

Entre seus principais diferenciais estão:

  • história ligada à retomada do waka ama em Aotearoa;
  • fundadores com experiência em competição e fabricação;
  • desenvolvimento em Raglan;
  • opções para iniciantes, clubes e atletas de elite;
  • diferentes áreas e geometrias;
  • construções Full Carbon, TimberTech e Hybrid;
  • cabos de madeira, carbono e Carbon Elite;
  • linha infantil;
  • remo específico de leme;
  • personalização para equipes;
  • garantia limitada de um ano.

Entretanto, o comprador precisa considerar importação, assistência internacional e o risco de escolher uma pá maior do que consegue sustentar.

Antes da compra, confirme:

  • modelo;
  • largura da pá;
  • área;
  • offset;
  • comprimento total;
  • tipo de cabo;
  • construção;
  • peso aproximado;
  • forma de envio;
  • valor final com frete e impostos.

Conclusão: qual é o diferencial da TAI Paddles?

A TAI Paddles nasceu no fim de 2006, em Raglan, a partir da experiência de Conan e Lana Herbert com o waka ama da Nova Zelândia.

Conan reuniu vivência competitiva, experiência como Peperu, trabalho artesanal na Moananui e formação em engenharia de sistemas. Lana também chegou à empresa com anos de experiência na canoagem Māori.

Essa origem ajuda a explicar a variedade atual do catálogo:

  • Broadbill: versátil e previsível;
  • Hiku: leve, estável e técnico;
  • Kingfish: maior carga e potência;
  • Niwha: nova proposta para diferentes condições;
  • Taitamariki: formação de crianças e jovens;
  • Uru: controle e direção para o Peperu.

O melhor remo não será necessariamente o mais leve, o mais rígido ou o mais caro.

Será aquele que permite ao remador:

  • entrar com a pá limpa;
  • fixar sem escorregar;
  • aplicar força com o corpo inteiro;
  • sair no momento correto;
  • acompanhar a equipe;
  • preservar a técnica até o final da atividade.

Aprenda a remar e escolher seu equipamento com a Bravus Va’a

Antes de importar um remo de carbono, escolher uma pá de 136 pol² ou definir um comprimento sob medida, é importante desenvolver experiência real na água.

A Bravus Va’a oferece aulas de canoa havaiana na Barra da Tijuca e no Pontal do Recreio, com remo, colete, briefing de segurança e acompanhamento técnico.

Na Lagoa de Marapendi, iniciantes encontram águas protegidas para aprender postura, entrada, tração, saída e sincronia.

No Pontal, remadores preparados desenvolvem habilidades relacionadas a ondas, vento, corrente e mar aberto.

Além das aulas regulares, o clube promove passeios turísticos, treinamentos, clínicas, eventos e travessias pelo litoral do Rio de Janeiro.

As atividades valorizam segurança, formação técnica, espírito de equipe, contato com a natureza e respeito à cultura polinésia.

Agende sua aula experimental e venha remar com a Bravus Va’a.

Para comparar outros fabricantes, consulte o guia de remos para canoa havaiana da Bravus Va’a.

Perguntas frequentes sobre os remos TAI Paddles

Quando a TAI Paddles foi fundada?

A TAI foi criada no fim de 2006, em Raglan, na Nova Zelândia.

Quem fundou a TAI Paddles?

A marca foi fundada por Conan e Lana Herbert.

Onde os remos TAI são projetados?

Os remos são desenvolvidos em Aotearoa, com pesquisa e identidade ligadas a Raglan.

Onde os remos são fabricados?

A TAI informa possuir instalações próprias de fabricação no Sudeste Asiático.

Quais são os principais modelos?

Os principais modelos são Broadbill, Hiku, Kingfish, Niwha, Uru e Taitamariki.

Qual é o remo mais versátil?

O Broadbill é apresentado pela fabricante como o modelo clássico para uso geral.

Qual é o modelo mais potente?

O Kingfish possui a maior área máxima, chegando a 136 pol² na versão de 10 polegadas.

Qual é o melhor para iniciantes?

O Broadbill oferece entrada tolerante e boa estabilidade, sendo utilizado também por escolas e clubes.

Qual é o melhor para competição?

Hiku, Kingfish e Niwha possuem propostas voltadas ao alto desempenho. A escolha depende da força, da cadência e da modalidade.

Qual é a área do Broadbill?

As opções possuem 120, 123 ou 127 pol².

Qual é a área do Hiku?

As opções possuem 120, 122,5 ou 125 pol².

Qual é a área do Kingfish?

As opções possuem 117, 122, 126 ou 136 pol².

O que é o Niwha?

É um novo modelo que combina o contorno do Broadbill com a face de potência inspirada no Kingfish.

O que é TimberTech?

É uma construção que combina carbono com uma lâmina decorativa de carvalho-branco certificado pelo FSC.

TimberTech é um remo completamente de madeira?

Não. A madeira funciona como acabamento sobre uma estrutura moderna de materiais compostos.

O que é Carbon Elite?

É uma opção de cabo com laminação mais leve, destinada a remadores que procuram alto desempenho.

A TAI fabrica remo de leme?

Sim. O Uru foi desenvolvido especificamente para direção.

Qual é o tamanho da pá do Uru?

A pá possui aproximadamente 9,5 × 20,25 polegadas, ou 24,1 × 51,4 centímetros.

O Uru possui cabo reto?

Sim. Ele pode ser solicitado com cabo reto ou double bend.

Peperu é o nome do remo de leme?

Originalmente, Peperu é o remador responsável por conduzir a va’a. No Brasil, o termo também é usado para o remo de direção.

A TAI fabrica remos infantis?

Sim. A linha Taitamariki inclui os modelos ajustáveis Kanae e Kahawai.

Os remos podem ser personalizados?

Sim. A linha xEdition atende clubes e equipes, com pedido mínimo de seis unidades.

Os remos chegam montados?

Alguns modelos são enviados desmontados devido às limitações das transportadoras. A loja também oferece opções montadas em determinadas configurações.

Qual é a garantia?

A TAI oferece garantia limitada de um ano contra defeitos de fabricação.

Onde consultar o catálogo oficial?

Os modelos atuais estão disponíveis no catálogo oficial da TAI Paddles.

Fontes consultadas